sábado, 5 de março de 2016

ATENÇÃO ESTUDANTES!


NÃO SE DEIXEM ENGANAR POR SECRETARIA DE EDUCAÇÃO, DIRETORES OU PROFESSORES EM CARGO DE CONFIANÇA DO GOVERNO! 
VOCÊS TÊM DIREITOS, INCLUSIVE, A LIVRE MANIFESTAÇÃO!
LEIAM O ECA (ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE) E CONVERSEM COM SEUS RESPONSÁVEIS!

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Sobre DIREITO DE GREVE.


O FAMOSO CÓDIGO 61 - DECLARAÇÃO DE GREVE.
O código 61 é o registro de greve, conquistado pela categoria.
Antigamente dava-se o código 30 (FALTA) durante as greves e havia risco de sofrer processo por abandono do serviço.
A cada código 61 recebido pelo servidor, este terá 1/30 do seu salário (É DO BRUTO) descontado. Isto independe do número de tempos dados (de 1 a 6) pois é contado por turno / dia.
Quem faz vertical em duas matrículas, teria um código 61 em cada.
GREVE NO ESTÁGIO PROBATÓRIO É DIREITO
pois é uma luta de classe e provida de fundamentação.
Não configura abandono de emprego, tampouco descumprimento de suas funções.
Caso você esteja no Estágio Probatório, não fique com medo, pois O MÁXIMO que podem fazer é descontar seu salário.
Qualquer ameaça como exoneração ou devolução para a coordenadoria, configura, no MÍNIMO, assédio moral. DENUNCIE.
GLP NÃO PODE SER RETIRADA POR GREVE!
Só pode DESCONTAR o ganho, caso tenha-se o ponto cortado, assim como na matrícula!
Qualquer ameaça é ASSÉDIO MORAL ou pior.
DENUNCIE.

Contribuição do cartunista Ykenga para a campanha‪#‎Pezãoabandonouminhaescola‬



Valeu Ykenga !!!!

sábado, 20 de fevereiro de 2016

ACABOU A PAZ - Isto aqui vai virar o Chile

Escolas ocupadas em São Paulo


A saga dos estudantes secundaristas de São Paulo por uma educação de qualidade. O levante do segundo semestre de 2015 contra o fechamento de 94 escolas, culminou na ocupação de mais de 200 que seriam afetadas pelas ações de precarização do ensino público engendradas pelo Governo de Geraldo Alckmin que vem perdendo apoio dia a após dia. A coragem, a autonomia, a horizontalidade, a solidariedade demonstradas pelos secundaristas e o apoio popular estão presentes! Os gritos seguem ecoando na rua talvez anunciando uma profecia já concretizada: Acabou a paz, isto aqui vai virar o Chile!


Direção & Roteiro
Carlos Pronzato



Campanha


Oi, gente. Tudo bem?
Gostaríamos de pedir algumas coisinhas aos pais, mães, alunos, alunas e trabalhadores da educação que forem denunciar o abandono de suas escolas:
I - Não cite nomes de pessoas, apenas das escolas. Cite todas as informações possíveis para que a escola seja identificada. Se você quiser anonimato, dê preferência para o Google Docs.
II - Caso você tenha fotos, filmagens que comprovem a denúncia de abandono de sua escola envie para o nosso inbox ou para o nosso e-mail (marchadefesadaeducacaopublica@gmail.com).
III - Não faça denúncias utilizando relatos de cunho racista, machista, elitista, homo/lesbofóbico ou, enfim, que reproduzam qualquer tipo de opressão. Eles não serão postados.
Tudo isso é para a nossa segurança e também para a de vocês, pois sabemos do assédio moral que estamos expostos nas escolas e na rede estadual, fato que nos coloca em risco ao expormos nossas identidades.
Continuem enviando denúncias!


quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Estado de sítio na educação

Guilherme Boulos
Formado em filosofia pela USP, é membro da coordenação nacional do MTST e da Frente de Resistência Urbana.
18/02/2016  
Neste momento há 31 estudantes e professores presos em Goiás por protestarem pela educação pública. Dentre eles 13 menores. Na última segunda-feira (15), a PM goiana entrou violentamente na Secretaria de Educação - que estava ocupada - e prendeu o grupo.
Antes disso, o governador Marconi Perillo (PSDB) já havia despejado os estudantes secundaristas de 28 escolas ocupadas em uma onda de protesto contra a privatização do ensino estadual.
Tudo começou com um decreto do governador no final do ano passado repassando 30% das escolas goianas para gestão das famigeradas Organizações Sociais (OS). A iniciativa prevê a terceirização de serviços escolares, a contratação privada (sem concurso) de até 70% dos professores e 100% dos funcionários, dentre outras medidas.
Trata-se evidentemente de uma privatização "branca" do ensino. O próprio Ministério Público do Estado recomendou nesta semana o adiamento do edital das OS, por estar repleto de ilegalidades, incluindo o repasse de recursos do Fundeb para a iniciativa privada. Nas palavras do promotor Fernando Krebs: "Chegamos à conclusão que o projeto referencial é inconstitucional. Vai piorar a qualidade da educação. Vai promover a terceirização, a privatização às avessas da escola pública".
Foi este despautério que motivou a mobilização de estudantes e professores, reprimidos com violência e prisões pela PM.
Mas não é de hoje a paixão do governador Marconi Perillo por tratar a educação como caso de polícia. Desde 2014, seu governo tem implementado um inacreditável processo de militarização das escolas, que também foi alvo das manifestações.
A polícia militar já havia assumido até o ano passado a gestão de 26 escolas, tornando Goiás o Estado com o maior número de colégios militares no país. Sob os princípios da "hierarquia e da disciplina", oficiais da PM estabelecem a regra do medo, mandam e desmandam no ambiente escolar.
Nas escolas militarizadas passou a ser exigido o uso de farda militar por todos os alunos. Os meninos precisam ter cabelo curto e as meninas são obrigadas a prendê-los. As gírias foram proibidas, assim como o esmalte de unha, o beijo e os óculos com armação "chamativa". A continência tornou-se obrigatória na entrada, para os professores e também entre os alunos.
Para completar foram inseridas novas disciplinas no currículo, como a "Ordem unida" - sabe-se lá o que seja isso, coisa boa não é. Assim como a "sugestão" de uma taxa de matrícula de R$ 100 e de mensalidade de R$ 50, em valores de 2014, possivelmente já reajustados nos dias de hoje. O governo pretende militarizar mais 24 escolas neste ano.
O capitão Francisco dos Santos, diretor da escola Fernando Pessoa, exalta numa matéria da BBC o fim da violência no colégio. Também pudera. Impondo estado de sítio e intimidação permanente o resultado seria esse. O preço é rifar o futuro, jogando o pensamento crítico e a democracia na lata do lixo. A gestão militar da escola adestra os jovens de hoje para a gestão militar da sociedade.
A repressão ao movimento dos estudantes secundaristas por essa mesma polícia é expressão cabal disso.
Perillo seguiu o exemplo de seu colega de partido Geraldo Alckmin ao tentar remodelar o ensino à força, sem qualquer debate com a sociedade. Que, enquanto é tempo, siga novamente Alckmin, desta vez para recuar das medidas perante o rechaço da comunidade escolar. É preciso libertar imediatamente os 31 presos e recuar do projeto de privatização e militarização das escolas.

Caso contrário, Goiás será lembrado como o laboratório da barbárie na educação brasileira.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Quase metade das escolas municipais do Rio não tem ar-condicionado


“Um calor desfavorável para qualquer aprendizado”. É assim que a professora Thaís Souza define a situação das salas de aula da Escola Municipal Getúlio Vargas, em Bangu, na Zona Oeste do Rio. O colégio faz parte da lista das 697 escolas municipais que ainda não foram climatizadas — não compraram os aparelhos ou não receberam o aumento de carga para que os equipamentos funcionem —, o equivalente a 47% do número total.
— Trabalho desde 2008 na Escola Municipal Getúlio Vargas, em Bangu, e nunca houve um ar-condicionado nas salas de aula. As temperaturas chegam, por exemplo, a 43 graus numa sala com 40 alunos. É uma situação que impossibilita qualquer tipo de trabalho, além do aprendizado dos alunos. Eles reclamam, levantam o tempo todo para beber água, brigam por espaço embaixo de um único ventilador.
Segundo a Secretaria municipal de Educação (SME), já foram investidos mais de R$ 100 milhões no plano de climatização. Mas diretores e professores reclamam que a verba é insuficiente para a compra dos aparelhos e as obras de infraestrutura. Na Escola Municipal Marechal Estevão Leitão de Carvalho, no Engenho da Rainha, na Zona Norte, os equipamentos foram adquiridos, mas não foram instalados. Ao todo, 545 colégios estão na mesma situação.


Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/rio/quase-metade-das-escolas-municipais-nao-tem-ar-condicionado-15141415.html#ixzz40QZckBBs

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Documentário “Quando sinto que já sei”



O documentário “Quando sinto que já sei” registra práticas educacionais inovadoras que estão ocorrendo pelo Brasil. A obra reúne depoimentos de pais, alunos, educadores e profissionais de diversas áreas sobre a necessidade de mudanças no tradicional modelo de escola.

Projeto independente, o filme partiu de questionamentos em relação à escola convencional, da percepção de que valores importantes da formação humana estavam sendo deixados fora da sala de aula.

Durante dois anos, os realizadores visitaram iniciativas em oito cidades brasileiras – projetos que estão criando novas abordagens e caminhos para uma educação mais próxima da participação cidadã, da autonomia e da afetividade. A etapa final do projeto foi financiada com a colaboração de 487 apoiadores pela plataforma de financiamento coletivo Catarse.

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Documentário "A Educação Proibida"

Documentário produzido no ano de 2012, questiona a escolarização moderna e propõem um novo modelo educativo.

O atual sistema "PRUSSIANO" originado do padrão militar de educação da Prússia, no século 18, tem como objetivo gerar uma massa de pessoas obedientes e competitivas, com disposição para guerrear.

As escolas são colocadas no mesmo patamar das fábricas e dos presídios, com seus portões, grades e muros; com horários estipulados de entrada e de saída, fardamento obrigatório, intervalos e sirenes indicando o início e o fim das aulas.

Ou seja, o sistema educacional vigente acaba refletindo verdadeiras estruturas políticas ditatoriais que produzem cidadãos "adestrados" para servir ao sistema; nesses termos, qualquer metodologia educacional que busque algo diferente será "proibida".

Infelizmente, esse foi o modelo que se espalhou pela Europa e depois pelas Américas. Sua principal falha está em um projeto que não leva em consideração a natureza da aprendizagem, a liberdade de escolha ou a importância do amor e relações humanas no desenvolvimento individual e coletivo.

E aqui estamos agora, com este problema enorme nas mãos...

Assim, fracassados somos todos os que compactuamos direta ou indiretamente com esta verdadeira máquina de subjugar crianças e adolescentes inocentes.

Este documentário é o resultado de mais de 90 entrevistas realizadas em 8 países através de 45 experiências educativas não convencionais e um total de 704 co-produtores.

Um projeto completamente independente de uma magnitude sem precedentes, o que explica a necessidade latente para o crescimento e o surgimento de novas formas de educação.

Colabore você também, divulgando e compartilhando o vídeo em redes sociais, promovendo um debate no seu meio social.

CRÉDITOS
A Educação Proibida -- La Educación Prohibida
DIREÇÃO
Germán Doin
PRODUÇÃO
Verónica Guzzo
MÚSICAS
Introdução - Kokenovem - Fons Vitae - Jamendo
In the Dewdrop - de Expedizion - Guillrmo Agnese
Zoreya (Hang y Sarangi)- Mauro Ortega Zenteno
Juntos - Andrés Garcia
Huested - Matías Córdoba
Solfeggio - Matías Córdoba
Aula Vida - Matías Córdoba
New Andromeda Theory - Wasaru
Brahma - El Perez
LEGENDA
Daniel Slon - Lucia Moretzsohn
REVISÃO e SINCRONIZAÇÃO da LEGENDA
Photo Amaral
EDIÇÃO FINAL
Photo Amaral






Secundas na luta com arte !!!!!

O futuro está brotando...


Como ocupar um colégio?


Música de apoio aos estudantes de São Paulo

Chico Buarque, Dado Villa-Lobos e Zélia Duncan, entre outros, gravaram "O Trono do Estudar", de Dani Black, em homenagem à luta dos secundaristas contra o fechamento de escolas