sexta-feira, 18 de maio de 2018

I Seminário da Marcha em Defesa da Educação Pública - MADEP


I Seminário da Marcha em Defesa da Educação Pública - MADEP
As comunidades Escolares 
a Reforma do Ensino Médio
Debatendo Estratégias de resistência.

Incrição on-line
Clique aqui


O seminário busca estimular a reflexão sobre a necessidade das comunidades escolares organizarem a resistência à implementação da Reforma do Ensino Médio nas redes publicas de ensino. Para isso, o evento promoverá o debate teórico, bem como a discussão sobre experiências de resistência nas comunidades escolares, por meio de debates e um painel com representantes dos segmentos das comunidades escolares.

UERJ Auditório Cartola
Centro Cultural da UERJ (em cima do restaurante universitário)
Endereço: Rua São Francisco Xavier, 524 – Maracanã

23 de junho de 2018



Programação
8:00 credenciamento

9:00 Abertura oficial com homenagem a Anísio Teixeira, Paulo Freire e Darcy Ribeiro.
Mesa de abertura 
Aurelio Fernandes MADEP
Tania Carvalho Netto/ SR1/UERJ
Jesus Jorge Pérez Garcia Associação de Educadores da América Latina e Caribe - AELAC

Conferencia de Abertura 
Gaudêncio Frigotto


10:00 Mesa 1: A reforma do ensino médio e a BNCC
Claudia Piccinini UFRJ
Edgar Lira PUC
Miguel Tiriba UNIRIO

12:00 Almoço

13:30 Painel: As comunidades escolares e a reforma do ensino médio
Igor Fernandes
Rebeca de Souza
Geovano Santos
Mauro Nunes
Eloisa Bernardino
Pablo Fontes

16:00 Mesa 2:  Educação e Revolução Brasileira
Angelica Lovatto
Ivo Tonet

18:00 Encerramento com atividades culturais

Promoção:
Marcha em Defesa da Educação Pública MADEP
Apoio:
UERJ SR1
Associação de Educadores da América Latina e Caribe - AELAC


quinta-feira, 16 de novembro de 2017

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Valor: Estácio começa a atuar no ensino médio

A Estácio, que é o segundo maior grupo de educação superior do país, começa a operar no ensino médio do Rio de Janeiro – inclusive no ensino profissionalizante. Estes grupos vão pressionar por bolsas do governo para alunos do ensino médio, o que nos levará à implantação dos “vouchers”, ou seja, programas de bolsas com dinheiro público para que o pai “escolha” a escola do filho: pública ou privada.
“As aulas da Escola Estácio serão ministradas nos próprios campi das faculdades nos períodos da manhã e tarde, quando a taxa de ocupação varia de 20% a 25%. Na primeira etapa do projeto serão abertas turmas em sete unidades do Rio de Janeiro.”
Leia mais aqui.
Emenda Constitucional que torna o ensino superior pago, abre brecha para que se reconheça as bolsas com dinheiro público no ensino médio em escolas privadas como garantia de gratuidade ao cursar o ensino superior e foi apresentado por Andre Sanchesdeputado do próprio PT.
No entanto, a escola pública é aquela que é gerida pelo Estado, com formas de gestão sob controle do público – inclusive com obrigatoriedade de gestão democrática. Não é apenas o dinheiro que define seu caráter, é a forma de operar sob controle público. Ao dar o caráter de público ao posto de um aluno na escola privada pelo fato de a ter cursado com uma bolsa, incentiva a ideia dos vouchers (dinheiro público entregue aos pais ou ao estudante para que ele escolha a escola que quiser) ficando legitimada (pela similaridade proposta no projeto de Emenda Constitucional) sua posição de “estudante de “escola pública” com direito a gratuidade no ensino superior”, mesmo que localizada na escola particular, pelo fato de ter recebido lá dinheiro público.
A origem do dinheiro (a bolsa com recursos públicos) passa a definir o que é “público” e não mais o caráter da escola que cursou (uma organização escolar sob controle do público ou não). É o céu para os privatistas. Viva o PT.

DARCY RIBEIRO - COLEÇÃO GRANDES EDUCADORES


Educação e Revolução

Programa de análise da conjuntura brasileira e latino-americana, produzido pelo Instituto de Estudos Latino-Americanos, com a participação de Elaine Tavares, Ivo Tonet e Angélica Lovatto. Nesta edição discutindo Educação e Revolução.

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Informe sobre a Reunião MADEP dia 28/10/2017


Abordou-se a necessidade de retomar efetivamente a MADEP perante os dilemas e desafios colocados para a educação pública a partir do ano de 2018 e definiram-se alguns encaminhamentos:

Gerais
1. Centrar a organização de comitês nas comunidades escolares na região do Grande Meier e nas comunidades escolares onde a divulgação e agitação e propaganda da MADEP criar condições de trabalho de base.
2. Manter o site e a página do facebook ativos.
3. Implementar uma campanha permanente de organização de comitês nas comunidades escolares: Cadernos(Princípios da MADEP e Dicas de organização)/adesivo/vídeo.
5. Implementar uma “campanha” virtual permanente onde professorxs, alunxs, responsáveis e funcionários enviam suas experiências positivas em sala de aula e de organização e mobilização nas comunidades escolares.

Até dezembro de 2017
1. Confeccionar e distribuir um manifesto da MADEP com a chamada “OCUPAR A EDUCAÇÃO”. Um documento objetivo e conciso que aborde a nossa “realidade” na educação pública, quem somos, o que queremos e como queremos.
2. Produzir um vídeo de apresentação da MADEP.
3. Confeccionar um adesivo na linha desse manifesto e reproduzir o adesivo -prisões e +escolas.
4. Reprodução do caderno com os princípios da MADEP e confecção de um novo caderno com orientações para formação de comitês nas comunidades escolares.
5. Desenvolver o projeto de “campanha” virtual onde professorxs, alunxs, responsáveis e funcionários enviam suas experiências positivas em sala de aula e de organização e mobilização nas comunidades escolares.

Fevereiro a Julho de 2018
1. Implementar a campanha permanente de organização de comitês nas comunidades escolares: Cadernos/adesivo/vídeo.
2. Implementar a “campanha” virtual permanente onde professorxs, alunxs, responsáveis e funcionários enviam suas experiências positivas em sala de aula e de organização e mobilização nas comunidades escolares.
3. Nos três primeiros meses realizar uma campanha “contra” a ESP – Manifesto/Adesivo/Vídeo
4. Realizar entre maio e junho um seminário na UERJ sobre a “Reforma do Ensino Médio” e sua implantação desde as perspectivas de todos os segmentos da comunidade escolar.
5. Realizar em julho um encontro de avaliação do trabalho desenvolvido no semestre.

Agosto a novembro de 2018
1. Implementar a campanha permanente de organização de comitês nas comunidades escolares: Cadernos/adesivo/vídeo.
2. Implementar a “campanha” virtual permanente onde professorxs, alunxs, responsáveis e funcionários enviam suas experiências positivas em sala de aula e de organização e mobilização nas comunidades escolares.
3. Nos três primeiros meses realizar uma campanha que será definida pela conjuntura – Manifesto/Adesivo/Vídeo
4. Realizar entre outubro e novembro um seminário sobre a “Educação Pública: Dilemas e perspectivas” desde as perspectivas de todos os segmentos da comunidade escolar.
5. Realizar em dezembro um encontro de avaliação do trabalho desenvolvido no semestre

Todos esses encaminhamentos estão diretamente vinculados ao protagonismo de cada um de nós no seu desenvolvimento. Algumas delas podem ser encaminhadas virtualmente outras exigirão de nós uma ação coletiva e presencial. Por isso seria interessante que cada um pudesse se engajar em alguma dessas tarefas...

Precisamos pensar na data de nossa ultima reunião em 2017 onde possamos trazer propostas concretas para as campanhas para o seminário do primeiro semestre. Poderíamos pensar em uma pequena confraternização nessa reunião. O que vcs acham?  Outras ideias?